Produza, numere, assine com ICP-Brasil, protocole e arquive os documentos da câmara em um só lugar — com imutabilidade garantida no banco de dados, classificação arquivística e busca pelo conteúdo. Não é um drive de arquivos: é gestão documental de verdade.
A maioria das câmaras guarda seus atos em pastas de arquivo, e-mails e PDFs soltos — sem numeração confiável, sem versão, sem garantia de que ninguém alterou o documento depois de pronto, sem saber o que pode ou não ser eliminado por lei. O GED do Câmara Digital troca isso por um acervo com fé pública: cada documento numerado, versionado, assinável e protegido contra adulteração — inclusive contra quem tenta mexer direto no banco.
Aqui está a diferença que separa este GED de um repositório comum. Cada versão de documento é gravada de forma append-only e protegida por duas camadas: a aplicação recusa a alteração, e o próprio banco de dados a barra, com travas que impedem até um UPDATE ou DELETE feito por fora do sistema. A maioria dos gerenciadores de documentos confia só na aplicação — e qualquer acesso direto ao banco contorna. Aqui não: o que tem fé pública é inadulterável na raiz. É valor probatório de verdade.
Os documentos são assinados com certificado digital ICP-Brasil (A1, padrão PAdES), com carimbo visível e verificação pública por código — qualquer cidadão confere a autenticidade sem precisar de login, e o sistema respeita o sigilo do documento ao fazê-lo. E há um detalhe que diz muito sobre como o sistema é construído: ele só afirma "ICP-Brasil verificada" quando foi ele mesmo quem assinou; para um PDF assinado por fora, declara apenas integridade por hash e remete ao validador oficial do ITI. O sistema recusa prometer uma garantia que não pode sustentar. Você assina dezenas de atos com uma única reautenticação, em lote.
O GED traz o instrumental da doutrina arquivística brasileira: Plano de Classificação Documental (PCD), Tabela de Temporalidade (TTD) e as três fases do ciclo de vida (corrente, intermediário, permanente), no espírito do CONARQ e da Lei 8.159/1991. Documentos em guarda permanente ficam protegidos contra eliminação — o sistema bloqueia a exclusão definitiva do que a lei manda preservar. É compatível com o e-ARQ Brasil (não é uma certificação SIGAD — é a modelagem arquivística feita corretamente).
Numeração oficial atômica, sem lacunas nem duplicatas mesmo com várias pessoas gerando ao mesmo tempo — e com onboarding do papel (informe o último número emitido à mão e a sequência continua digital, sem quebrar). Edição colaborativa com versionamento — cada gravação vira uma versão imutável, com comparação entre versões. O ato sai já no papel timbrado oficial, e o mesmo PDF é o que se baixa, assina e protocola. E a busca acha o documento pelo que está escrito dentro dele, não só pelo nome do arquivo.
Não. É edição colaborativa com versionamento e trava de check-out — um edita por vez, cada versão fica registrada e imutável, sem sobrescrita acidental. Não é edição simultânea em tempo real.
Os documentos são assinados com certificado ICP-Brasil (A1, PAdES), a assinatura qualificada. A aplicação de cada nível a cada tipo de ato é definição da sua câmara e do seu jurídico; o sistema entrega a assinatura e a verificação pública.
Não. É gestão documental compatível com o modelo e-ARQ Brasil — PCD, TTD e as três fases arquivísticas —, sem a certificação formal de SIGAD. A modelagem arquivística está correta; a certificação é outra coisa.
A numeração aceita onboarding do acervo em papel: você informa o último número emitido manualmente e a sequência digital continua sem quebrar. A digitalização com leitura automática de documentos escaneados (OCR) está no roadmap.
Na demonstração, o documento é criado, numerado, assinado com ICP-Brasil e verificado publicamente por código — funcionando, ao vivo. O cidadão confere a autenticidade sem login, e a imutabilidade protege o acervo na raiz.
Agende uma demonstração ao vivo. Você vê o ciclo inteiro — criar, numerar, assinar com ICP-Brasil, classificar e verificar publicamente — rodando.