O portal de transparência do Câmara Digital roda um diagnóstico automático contra a matriz de critérios da Atricon do ano vigente e aponta exatamente o que falta — antes que o Tribunal de Contas aponte.
Em 2025, o PNTP avaliou mais de 10 mil portais de prefeituras e câmaras — e o número cresce todo ano. A avaliação não é simbólica: a ausência de dados essenciais pode bloquear transferências voluntárias de recursos, e o resultado é usado por Tribunais de Contas, Ministério Público, imprensa e cidadãos como referência da sua gestão.
Para o presidente da Casa, o selo corta dos dois lados: a reprovação vira cobrança pública; a aprovação vira reconhecimento.
O portal de transparência do Câmara Digital não espera a auditoria. Todos os dias, ele roda um diagnóstico automático contra a matriz de critérios da Atricon do ano vigente — a mesma matriz pela qual sua câmara será avaliada — e mostra, item por item, o que está atendido e o que falta. A matriz muda a cada ano; o diagnóstico acompanha.
E monitora os links de transparência diariamente: se um dado sai do ar ou um link quebra, você fica sabendo antes que vire apontamento.
Boa parte das reprovações vem de um detalhe: o PNTP exige que a câmara declare formalmente quando uma informação não se aplica ou não existe — não basta deixar em branco. O Câmara Digital gera a certidão de inexistência (fato negativo), assinada digitalmente e verificável por qualquer cidadão através de um código. É a diferença entre "faltou o dado" e "a câmara declarou, com fé pública, que o dado não existe".
Empenhos, despesas, folha de pagamento, diárias, repasses, fornecedores, licitações, contratos e ordem cronológica de pagamentos entram automaticamente, importados da contabilidade pela integração Memory/LAI — já classificados pela estrutura orçamentária oficial (MOG 42/1999 e STN/SOF 163/2001). Tudo exportável em dados abertos: JSON, CSV, XLSX, PDF e DOCX, como o PNTP exige.
Menos digitação manual, menos erro, mais critério atendido.
As consultorias de transparência cobram para revisar seu portal manualmente, geralmente perto da avaliação. É trabalho humano, pontual, que envelhece no dia seguinte. O Câmara Digital embute o diagnóstico no produto: ele roda sozinho, todo dia, contra a matriz vigente. A conformidade deixa de ser um projeto anual e vira uma propriedade do sistema.
Não — e desconfie de quem garante. O selo é concedido pela avaliação oficial (ATRICON e Tribunais de Contas). O que o Câmara Digital faz é diagnosticar e monitorar sua conformidade contra a matriz vigente, todos os dias, para que você chegue à avaliação sem lacunas. A nota é consequência do trabalho; o sistema garante que o trabalho esteja feito.
É o Programa Nacional de Transparência Pública, coordenado pela ATRICON junto aos Tribunais de Contas. Avalia os portais de transparência de prefeituras e câmaras contra uma matriz de critérios e concede selos (Prata, Ouro, Diamante) conforme a pontuação.
Não. O Câmara Digital integra com o SAPL que sua câmara já usa e adiciona o portal de transparência apto ao PNTP — que o SAPL não cobre.
A maior parte, não. A integração com a Memory/LAI importa os dados financeiros direto da contabilidade, já classificados. O que precisa de curadoria humana, o sistema sinaliza.
O Câmara Digital está no ar em câmaras municipais, com portais públicos e indexáveis — sistema rodando, com dados reais, todos os dias.
Agende uma demonstração ao vivo. Você vê o diagnóstico contra a matriz da Atricon, a certidão de inexistência e a importação automática dos dados — funcionando.