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Sistema para câmaras municipais do Rio de Janeiro.

São 92 câmaras no Rio de Janeiro — as do interior fiscalizadas pelo TCE-RJ, a capital pelo TCM-RJ, todas avaliadas pelo PNTP. O Câmara Digital integra com o SAPL que sua câmara já usa, monitora a conformidade da transparência e moderniza o atendimento ao cidadão.

Poucas câmaras, muito holofote.

O Rio de Janeiro tem 92 câmaras municipais — um número enxuto, mas num estado onde a capital é vitrine nacional e a fiscalização anda sob os holofotes da imprensa e do Ministério Público. As câmaras do interior são fiscalizadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ); a capital, o Rio de Janeiro, tem tribunal próprio, o Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCM-RJ). Todas são avaliadas pelo PNTP, coordenado pela ATRICON — e reprovar, aqui, tem custo real e visível: da cobrança do Tribunal ao risco sobre transferências voluntárias.

Mantenha o SAPL. O Câmara Digital completa o resto.

Muitas câmaras fluminenses já usam o SAPL do Interlegis para o processo legislativo — e ele é bom nisso, mas deixa a transparência, o atendimento ao cidadão e o diário oficial por conta da câmara. O Câmara Digital sincroniza com o SAPL que você já usa e entrega o que falta: portal de transparência com diagnóstico PNTP, assinatura digital ICP-Brasil, e-SIC, ouvidoria e diário oficial. Você não troca de sistema — completa o que tem. E, quando quiser, pode migrar o processo legislativo inteiro para o Câmara Digital.

Você descobre as lacunas antes do Tribunal.

O portal de transparência do Câmara Digital roda um diagnóstico automático contra a matriz de critérios da Atricon — a mesma pela qual o seu Tribunal de Contas avalia a câmara — todos os dias, e aponta o que falta antes que o Tribunal aponte. As consultorias fazem isso à mão, uma vez por ano; o Câmara Digital faz por software, o ano inteiro. Num estado onde a transparência da câmara pode virar assunto nacional, chegar à avaliação sem lacunas não é só conformidade — é proteção de imagem.

Veja o sistema no ar — de verdade.

A Câmara Municipal de Santa Margarida (MG) usa o Câmara Digital, com portal de transparência público e no ar. É de Minas, não do Rio de Janeiro — mas é o mesmo sistema, funcionando com dados reais, que você pode abrir agora e conferir antes de decidir. Quando houver câmara fluminense no ar, ela aparece aqui.

Ver um portal ao vivo

Perguntas frequentes

Minha câmara é do RJ e usa o SAPL. Preciso trocar?

Não. O Câmara Digital integra com o SAPL que sua câmara já usa e adiciona a transparência apta ao PNTP, a assinatura digital ICP-Brasil e o atendimento ao cidadão. Trocar é opcional.

Quem fiscaliza a transparência da minha câmara no Rio de Janeiro?

Se a sua câmara é do interior, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ); se é a capital, o Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCM-RJ). Em ambos os casos, no âmbito do PNTP coordenado pela ATRICON.

Dá para ver o sistema funcionando?

Sim. A Câmara de Santa Margarida (MG) está no ar, com portal público — é o mesmo sistema. Você abre e confere antes de decidir.

O contrato cabe em dispensa?

Depende do porte e do escopo. Muitas câmaras contratam por dispensa; podemos avaliar o seu caso na demonstração.

Mostramos o Câmara Digital rodando — e como fica na sua câmara.

Agende uma demonstração ao vivo. Você vê um portal no ar, a integração com o SAPL e o diagnóstico PNTP — e como isso se aplica à sua câmara fluminense.

Compare as opções: Câmara Digital vs. SAPL vs. sistemas comerciais tradicionais