As 144 câmaras do Pará são fiscalizadas pelo TCM-PA. Veja como está a transparência no estado e o que o Câmara Digital resolve.
Na avaliação de 2025, 140 das 144 câmaras do Pará tiveram índice apurado — 97,2% do total. O índice médio entre elas foi de 93,5%.
A média nacional no mesmo ciclo foi de 66,0%, o que coloca o estado acima da média nacional, com 27,5% de diferença. Não é um ranking: é o ponto de partida para saber o que falta em cada Casa.
117 câmaras do estado (83,6% das avaliadas) atingiram os requisitos para reconhecimento. As demais não necessariamente estão longe — na maioria dos casos o que separa é um punhado de itens essenciais não publicados.
4 câmaras não tiveram índice apurado no ciclo. Ausência de avaliação não é nota baixa — e também não é boa notícia: significa que não há registro público do estado do portal daquelas Casas.
A fiscalização contábil, financeira e orçamentária dos municípios do Pará cabe ao TCM-PA, que emite o parecer prévio sobre as contas anuais e fixa, por resolução, prazos próprios de remessa de dados e prestação de contas.
No Pará, os municípios são fiscalizados pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-PA), distinto do TCE-PA.
Esses prazos do Tribunal somam-se aos que decorrem de lei federal — e não substituem nenhum deles. É a confusão entre as duas famílias de prazo que mais gera apontamento.
A leitura útil desta distribuição não é a média: é quantas Casas estão a poucos itens de mudar de faixa. Transparência não se resolve com esforço concentrado uma vez por ano — se resolve com o portal sendo alimentado o ano inteiro, que é onde a maioria trava.
83,6% das câmaras avaliadas do Pará já atingiram os requisitos de reconhecimento — um patamar que poucos estados alcançam.
O risco de quem está nesse ponto é diferente: a conquista foi feita, muitas vezes, com esforço concentrado. Se a alimentação do portal voltar a depender de mutirão, a perda aparece no ciclo seguinte. O que sustenta o resultado é processo — dado entrando por integração e conferência automática do que falta, todo dia.
O portal de transparência confere diariamente o que está publicado contra os critérios do ciclo vigente e aponta, item a item, o que falta — em vez de a Casa descobrir na véspera da avaliação. Os dados de despesa, folha, diárias e contratos entram por integração, sem redigitação.
Do lado legislativo, a Casa ganha tramitação de proposições, sessão com votação eletrônica, Diário Oficial assinado e acervo de normas pesquisável. Quem já usa SAPL não precisa abandoná-lo: os dados podem ser importados.
São 144 câmaras municipais do Pará, uma para cada município. Na avaliação de transparência de 2025, 140 delas tiveram índice apurado.
O TCM-PA. No Pará, os municípios são fiscalizados pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-PA), distinto do TCE-PA. É ele que emite o parecer prévio sobre as contas anuais e fixa prazos próprios de remessa, além dos prazos que decorrem de lei federal.
O índice médio das câmaras avaliadas do Pará foi de 93,5% no ciclo de 2025, contra 66,0% de média nacional. O dado é da avaliação oficial e serve como diagnóstico, não como classificação entre Casas.
Sim. A plataforma é multimunicipal e atende câmaras de qualquer estado, com o portal no domínio oficial da Casa. A configuração considera as exigências do TCM-PA quanto a prazos e formatos de remessa.
Não. Há integração com o SAPL: a Casa pode manter o que já usa e somar transparência, Diário Oficial e atendimento ao cidadão, ou migrar o histórico e passar a fazer todo o processo legislativo na plataforma.
O estudo completo sobre as bases oficiais, com o recorte de todos os estados.
Verificação do portal da sua câmara, com relatório do que falta.
Os prazos que decorrem de lei federal, com o artigo de cada um.